AQUI HÁ HISTÓRIA

Desafio lançado aos alunos do 4ºano da EB Alto do Moinho. Um desafio que pretende despertar o gosto e a descoberta da História do nosso país.
Como?
Atentos e observadores, por onde quer que vamos, há sempre um vestígio do passado que nos conta uma parte da nossa história, basta tirar uma foto, procurar informação e partilhar.
Vamos a isso?

terça-feira, 21 de abril de 2015

Proclamação da República





O fim da monarquia

Portugal, do Absolutismo ao Liberalismo

Invasões Francesas

Em novembro de 1807, as tropas francesas, comandadas por Junot, invadem Portugal.
A família real, acompanhada por muitos nobres, foge para o Brasil, deixando o reino entregue a um conselho de regência. 
As tropas francesas espalharam-se por todo o território português, incendiaram as povoações, roubaram, destruíram culturas e mataram quem se lhes opunha.

Portugal pediu auxílio a Inglaterra. Após as Batalhas da Roliça e do Vimeiro, foi assinada a convenção de Sintra, na qual os franceses concordaram em sair do território nacional, levando consigo o ouro, prata e tudo o que tinham pilhado.
Em março de 1809 ocorre a  2ª invasão comandada por Soult que, sentindo-se cercado pelo exército luso-inglês, decidiu retirar-se.
Em 1810 Napoleão ordena uma invasão comandada pelo General Massena mas este não conseguiu ultrapassar as Linhas de Torres e retirou-se definitivamente.

O Terramoto de 1755

Quando D. José I subiu ao trono os sinais de crise já eram evidentes. Maus anos agrícolas e a inexistência de indústrias obrigavam o país a importar bens essenciais. Do Brasil chegava cada vez menos ouro.
Em 1 de novembro de 1755, Lisboa sofreu um violento tremor de terra. O solo abriu grandes fendas, as casas ruíram, a parte baixa da cidade da cidade foi invadida pelas águas do rio Tejo e os incêndios alastraram pela cidade durante quatro dias. Grande parte da cidade ficou destruída e as vítimas chegaram aos milhares.
Marquês de Pombal, Ministro de D.José I, tomou diversas medidas face à grande calamidade:

  • Mandou que enterrassem os mortos para evitar a propagação de doenças;
  • Auxiliou os sobreviventes
  • ordenou a condenação de quem ousasse roubar bens desprotegidos;
  • criou imposto sobre bens importados;
  • deu início à reconstrução planeada da cidade de Lisboa.

A vida em Portugal no século XVIII

Perdido o monopólio das especiarias, a economia portuguesa reergueu-se de novo, principalmente no reinado de D. João V,  desta vez, com outros produtos vindos do Brasil:

  • açúcar
  • ouro
  • pedras preciosas
O Rei, a nobreza, a burguesia e o clero viviam uma época de luxo e prosperidade, enquanto o povo vivia muitas dificuldades.

D. João V mandou construir grandes monumentos, de entre os quais se destacam o Aqueduto das Águas Livres e o Convento de Mafra.



Portugal no século XVIII

Durante a União Ibérica, a Inglaterra, França e Holanda iniciaram a sua expansão ultramarina e fixaram-se em vários locais do Império Português.
Portugal perdeu o domínio dos mares, perdeu o monopólio do comércio das especiarias.